A proposta vira um PDF perdido
Você monta no Word, manda por e-mail e nunca sabe se abriram. Quando o cliente aceita, é por mensagem — e o combinado fica na memória de alguém.
Todo CRM comemora o “fechado” e some. O SalesFlow continua: a proposta vira contrato assinado, o contrato vira projeto com prazos, o projeto vira tarefas e horas, e as horas viram fatura. Um lugar só, do primeiro oi ao dinheiro na conta.

Do contrato nasceram os marcos do projeto
FATURA EMITIDAEla acaba quando o dinheiro entra. E é justo nesse pedaço que o CRM comum te abandona — e você volta pra planilha, pro Word e pro grupo do WhatsApp.
Você monta no Word, manda por e-mail e nunca sabe se abriram. Quando o cliente aceita, é por mensagem — e o combinado fica na memória de alguém.
O contrato diz uma coisa, a equipe entrega outra. Sem prazo escrito e sem dono, o cliente cobra antes de você perceber que atrasou.
As horas trabalhadas estão num caderno, a cobrança depende de alguém lembrar, e o mês fecha com serviço entregue que ninguém faturou.
Não são seis ferramentas soltas que por acaso moram juntas. É uma esteira: o que o cliente aceitou na proposta é exatamente o que vai para o contrato, para o projeto e para a fatura.
Você monta os itens, o sistema soma e gera um link. O cliente abre no celular e aceita ali mesmo — e você vê a hora em que ele abriu e aceitou.
A proposta aceita vira contrato com os mesmos itens. O cliente assina com o dedo na tela, e fica registrado o nome, a data, a hora e de qual aparelho — sem contratar assinatura eletrônica à parte.
Cada item contratado vira um marco com prazo. O andamento é calculado sozinho, e o atraso aparece antes de o cliente ligar perguntando.
O que precisa ser feito fica com nome e data. O prazo manda mais que a prioridade: o que vence hoje sobe para o topo sozinho.
Quem trabalhou aponta o tempo. O sistema mostra quanto aquele projeto está rendendo por hora — e se o preço que você cobrou ainda faz sentido.
A fatura nasce do contrato, do projeto ou das horas apontadas, e vai com link de cartão. Quando o cliente paga, ela se marca como paga sozinha.
Num CRM comum, alguém precisa cadastrar cada contato à mão — e é por isso que todo CRM morre no terceiro mês. Aqui o lead entra pelo caminho por onde a pessoa chegou, com a origem carimbada.
WhatsApp, ligação, formulário do site, chat do site, Google Ads, Meta Ads, Instagram, Facebook, Telegram, TikTok, e-mail e mais — conforme você liga os módulos, cada um passa a despejar lead aqui dentro.
Cada lead chega dizendo de onde veio. No fim do mês você não discute achismo: vê qual canal trouxe contrato assinado e qual só trouxe conversa.
Se a pessoa chamou no WhatsApp e depois preencheu o formulário, o sistema reconhece e junta. O histórico fica inteiro numa ficha só.
Ela mora dentro do CRM e trabalha nos bastidores: acompanha quem abriu a proposta e não respondeu, avisa do prazo que vence, prepara a fatura e te conta o que mudou no funil — em português, sem relatório que ninguém lê.

Proposta aberta e sem resposta há dias não fica esperando você lembrar: ela sinaliza e sugere o próximo passo.
Preço, prazo e escopo saem do que você cadastrou. O que não estiver lá, ela não chuta — ela chama você.
Nada é enviado sem o seu aval nas etapas que envolvem dinheiro. Ela prepara, você confere e solta.
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